Em noite de lua cheia, misturam-se os sons ocultos, e as palavras escondem-se na neblina do temporal.
Sem estrelas, sem brilhos, sem padrão... nem a lua me convence!
Mesmo sendo um lugar comum, julgo que te vejo e penso que te escuto... mas não! São só as nuvens a correr!
Porque tudo se desvanece com o vento e o luar... espero por ti na Rua dos Sentidos!
Onde os sentidos se cruzam e completam... onde as palavras se perdem em olhares... Onde o nunca é nada, e o sempre belo...
terça-feira, 27 de outubro de 2015
No baú guardei o toque das ondas, e o cheiro do varino, naquela que foi a mais alucinante das viagens.
Apetece-me soltar as amarras e velejar; mergulhar nas mais profundas recordações, e guardar todas as palavras e texturas, como se de um tesouro se tratasse...
Apetece-me soltar as amarras e velejar; mergulhar nas mais profundas recordações, e guardar todas as palavras e texturas, como se de um tesouro se tratasse...
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| "O Boa Viagem", barco típico do Tejo, recuperado pela Autarquia da Moita |
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