Onde os sentidos se cruzam e completam... onde as palavras se perdem em olhares...
Onde o nunca é nada, e o sempre belo...
terça-feira, 27 de outubro de 2015
No baú guardei o toque das ondas, e o cheiro do varino, naquela que foi a mais alucinante das viagens.
Apetece-me soltar as amarras e velejar; mergulhar nas mais profundas recordações, e guardar todas as palavras e texturas, como se de um tesouro se tratasse...
"O Boa Viagem", barco típico do Tejo, recuperado pela Autarquia da Moita
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